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Alimentação pet: Transição para alimentação natural

Alimentação natural vem ganhando cada vez mais adeptos a cada ano e com os pets não poderia ser diferente.

E essa tendência tem razões empíricas, afinal, quem não lembra daquele cachorro do avô que viveu 20 anos ou mais e somente se alimentava com “comida”?!

Anos 50 e o início da indústria

O ano era 1957 e uma revolução na alimentação dos animais estava prestes a acontecer.

A ração de cães e gatos, como temos hoje, foi criada na década de cinquenta.

Antes disso, cães e felinos costumavam se alimentar com alimentos semelhantes aos seus tutores (ou até os mesmos).

Para entender essa transição alimentar e retorno dos hábitos primitivos animais, deve-se pensar que felinos e cães selvagens possuem uma alimentação a base de proteínas e gorduras frescas, isto é, da caça.

Esses animais, quando foram domesticados – metade do século XX – se alimentavam do que seus tutores ofereciam.

Durante todos esses períodos é importante também lembrar que produtos industrializados eram caros, pois eram difíceis de fabricar ou manipular.

Dessa forma, a comida humana também era a comida de vários pets, por assim dizer.

Alimentação pet nos dias atuais

Voltando ao surgimento da ração:

O alimento que os pets comem é composto por uma formulação que procura – ou tenta – suprir todas as necessidades do seu pet.

Todavia, segundo da Dra. Carla Maion – médica veterinária especialista em nutrição animal, há produtos de qualidade inferior às necessidades do animal sendo comercializados.

A veterinária salienta que é de extrema importância proporcionar a melhor ração possível para seu melhor amigo, pois a alimentação está diretamente ligada à saúde animal e prevenção de doenças.

Isso significa que tutores devem sempre optar por produtos de qualidade e com maior quantidade de nutrientes possível, como rações premium e super premium.

Dito isso, se você pensa em trocar a alimentação tradicional (ração) do seu pet, para a alimentação natural, é necessário se atentar em alguns pontos.

Dicas para a transição para AN do seu pet

Primeiramente, é de vital importância consultar um especialista no assunto.

Isso porque, somente o conhecimento técnico pode orientar sobre melhores fontes de nutrientes, como armazenar e preparar a alimentação do seu pet.

Portanto, antes de optar pela A.N, procure um médico veterinário.

Também é essencial que a substituição da ração para a A.N (alimentação natural) seja feita de forma gradual, para que seu pet não pense que existe algo de errado no ambiente ou com a própria alimentação.

Uma mudança repentina pode causar estresse e fazer os índices de nutrientes no corpo do pet despencarem, podendo levar até a problemas sérios de desnutrição ou desconfortos intestinais.

Mas com fazer a substituição?

Segundo Carla Maion, especialista em nutrição animal, inicie oferecendo a quantidade usual de ração para seu pet, contabilizando que 10% dessa quantia será de alimento natural.

No dia seguinte, aumente a quantidade de A.N nas porções já estabelecidas para seu pet.

Nessa etapa a proporção deve ser de 80% de ração + 20% de A.N.

Nos próximos dias, aumente a quantidade de A.N conforme essa proporção diária de 10%, até que a ração seja totalmente substituída.

Nesse período de adaptação é válido se atentar para qualquer episódio que possa indicar rejeição da A.N, bem como evitar perca de peso do seu pet.

E sempre lembre: em caso de dúvidas, procure um profissional.

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